domingo, 31 de agosto de 2008

CAVEMAN




por Quatermass




Há um zilhão de anos atrás, numa terça ou quarta-feira, os homens viviam em perfeita harmonia com os dinossauros e em perfeita desarmonia entre si. Empregavam um dialeto até o momento desconhecido, exceto por um asiático, que falava um inglês fluente. 





A relação amorosa entre homem e mulher era semelhante a um romance russo: Tala (Shelley Long), que amava Atouk (Ringo Starr), que amava Lana (Barbara Bach), que amava Tonda (John Matuszak). Mas a vida era dura também: a luta pela sobrevivência levava um grupo guerrear outro, entre outras coisas para roubar comida e mulheres.


Nosso herói é Atouk, que descobre o fogo, faz o homem andar ereto, com sua patota inventam a música, provoca um incêndio num arbusto semelhante à cannabis deixando todo mundo muito doidão, mas que padece de amor platônico pela peituda Lana.












Se comparado com One Million Years B. C. (1966) ou Quando os Dinossauros Dominavam a Terra (1970), a discrepância na convivência homem e dinossauro não chama a atenção, pois é um filme descaradamente engraçado. A trilha de Lalo Schifrin acompanha o ritmo do filme, que não pára. Na verdade, é um feliz casamento de idéias absurdas a la Monty Python.







O velho tiranossauro, que volta e meia surge em cena, é tão divertido quanto o resto do elenco e a cena do ovo gigante sendo carregado lembra muito os filmes mudos envolvendo bombeiros.

Tamanhas são as trapalhadas por Atouk, Lar (Dennis Quaid) e sua turma que não resta dúvida do porque o mundo hoje ser tão confuso: pura herança genética.




2 comentários:

Luiz_S.J.CAmpos_SP disse...

Cada vez melhor este blog com postagens interessantes surpreendentes e inteligentes.Parabens e continuem sempre assim

thintosecco disse...

Obrigado, Luiz. Como dizem, "o comentário é o salário do blogueiro". A idéia é sempre melhorar. Vem por aí O PLANETA É NOSSO ANO II. Vamos ver no que dá. Fique com gente, inclusive participando. Valeu.

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