quinta-feira, 30 de julho de 2020

CONEXÕES CÓSMICAS





Postei, não faz muito tempo, sobre A MÁQUINA DO TEMPO, me referindo ao romance clássico do escritor H. G. Wells.

A ideia era (e ainda é) dar início a uma série sobre o fenômeno do tempo, trazendo diversas abordagens, começando com ideias vindas da ficção e passando, quem sabe, pela ciência e pela filosofia.

Oportunamente, teremos aqui a segunda parte daquela matéria.

Antes, porém, constato o lançamento, no canal do You Tube do prof. Marcelo Gleiser, da série Conexões Cósmicas. São aulas em que o físico abordará (adivinha ?) a questão das viagens no tempo !

Tendo tudo a ver, compartilharei esses vídeos aqui.

Conexões Cósmicas, aula 1 :


terça-feira, 5 de maio de 2020

. A TURMA DO BARULHO !




#oplanetaehnosso12anos



Trazendo de volta uma postagem bem antiga do blog, que relembra um programa  de tevê dos mais esquecidos, mas que marca um período importante de nossa infância, pelo menos da minha !


Publicado originalmente em 17.05.2008.

Revisto e ampliado.


por Thintosecco


Noutro dia, a dupla de nerds que comanda esse blog chegou à uma conclusão: fizemos parte ainda da primeira geração que cresceu na companhia da televisão. E fomos telespectadores privilegiados


Como assim - poderão questionar alguns – se na infância viam tevê em preto e branco, haviam poucos canais e os recursos técnicos eram paupérrimos comparados com os de hoje? Uma pergunta interessante.  


Acredito que não se trata de mero saudosismo nosso, mas sim, que os programas de antigamente – principalmente os dos anos 60 e início dos 70 - tanto os nacionais como os estrangeiros, eram feitos com muito mais capricho, trabalho e dedicação, mesmo que fossem destinados ao público infantil.


Já falamos aqui de alguns seriados e desenhos, alguns clássicos enquanto outros mais ou menos esquecidos. Mas hoje vou puxar pela memória pra valer, já que lembro de um programa que, muito injustamente, está quase relegando ao ostracismo, Here Come The Double Deckers (1970). A Turma do Barulho!









Trata-se de mais um seriado britânico que foi exibido no Brasil no início dos anos 70 e depois, nunca mais. Pelo menos, não nas grandes redes de tevê. 


Não sei dizer pra vocês por qual emissora era transmitido esse programa, mas passava no turno da manhã. Afirmo isso porque nessa época o pequeno Thintosecco ia para a escola à tarde. O menino tinha um fascínio por esse seriado, talvez porque nessa época, em casa, só tinha como companheira de brincadeiras a irmã, que então era pouco mais que um bebê. 









A galerinha aprontava “mil e umas”. Fico devendo os nomes e as características de todas as personagens, mas lembro bem do Bolo (acho que era chamado assim), que era o gordinho da turma. Sempre tem um gordo, não é? :) O Bolo era um dos principais causadores das confusões.


Tinha também a Tigrinho, uma “pentelhinha”, sempre com um tigre de pelúcia no braço – que eu identificava direto com a minha irmã, muitas vezes “invocadinha”. 

















E havia ainda uma figura especial: o Crânio, que era o carinha que eu gostaria de ser. Na verdade, talvez o Crânio tenha sido o primeiro nerd que conheci, com seu laboratório e experiências malucas. Só Deus pode saber a influência que isto teve em minha vida. Será que se eu não tivesse conhecido o Crânio, assistindo à Turma do Barulho, esse blog existiria? Vai saber...


E voltando à questão da qualidade dos velhos seriados, o que acham do arranjo produzido para o tema desse “seriadinho” infantil? 


Na verdade não me acho um sujeito tão saudosista assim, mas penso que o que é bom é para ser lembrado. E mais ainda quando faz parte da nossa história!


*   *   * 


Revisitando essa postagem, vejo que faltou mencionar que o tal Double Decker, mencionado no título original, é um velho ônibus vermelho de dois andares, daqueles tradicionais em Londres, que serve de quartel general para a turma.  


E consultando a Wikipedia, verifico que, dentre essa garotada, somente o Peter Firth - que fazia o personagem Scooper - teve algum sucesso na carreira de ator e esteve presente, entre outros, em um filme dos anos 80 que gosto bastante: A Caçada ao Outubro Vermelho.


Revirando o baú, em tempos de quarentena.


Fica a abertura do seriado. Algo mais, colocarei nos comentários.



sexta-feira, 24 de abril de 2020

A QUARENTENA MUNDIAL





Recebi de um querido colaborador do blog esse texto muito interessante sobre o número 40 e a sua relação com a MUDANÇA:


*QUARENTENA MUNDIAL*

40 dias durou o dilúvio;

40 anos Moisés ficou fugido do Egito;

40 dias Moises ficou no monte para pegar as tábuas;

40 anos durou o Êxodo;

40 dias durou o jejum de Jesus;

40 dias entre o carnaval e a Páscoa (quaresma);

40 dias mandam a mulher repousar depois de dar a luz.

Então, e a Bíblia e o número 40 ?

Um grupo de teólogos acha que o número 40 representa "mudança", é o tempo de preparação de uma pessoa ou povo para uma mudança fundamental, algo vai acontecer depois destes 40 dias.

Durante a quarentena, os rios estão se limpando, a vegetação está crescendo, o ar está mais limpo por causa de menos poluição, menos roubos, menos assassinatos, a Terra está em descanso pela primeira vez em muitos anos.

Na Bíblia, toda vez que aparece o número 40 há uma "mudança".  Então, durante esse tempo, aproveite com os seus, e voltem ao altar familiar juntos, será de muita bênção, e verão as mudanças que Deus pode agir em você e em sua casa e verá que “tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus.” Romanos 8:28*

Lembrando que estamos no ano de 2020 (20 + 20 = 40).

O melhor está por vir. 






Eis aí um tema para bastante reflexão. Fundamental, diria.

Por ora, ficamos com o Salmo 40, sugerido pelo amigo juntamente com a mensagem.



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