terça-feira, 12 de novembro de 2013

GHOST IN THE SHELL






por Quatermass



O Fantasma do Futuro (Ghost in the Shell – 1995) é um anime pouco divulgado e que merece ser conhecido.


Meu primeiro contato se deu por acaso: no extinto blog Papaia Celestial, do Eudes Honorato. Esse cara é incrível: até hoje ainda não descobri como conseguia postar tantos filmes de qualidade e bem legendados diariamente. Na época (uns cinco anos atrás), ao ler a sinopse, bateu a curiosidade. Já vou adiantando que não é um desenho de fácil digestão. 




 

 


A abertura começa com a reconstrução de uma policial: o que restou de seu corpo foi embalado em uma armadura humana. Logo, para Motoko Kusanagi a questão da nudez e da feminilidade é puramente acadêmica: é como um espírito na concha), ela é líder de sua equipe e mais nada. Não há lugar para erotismo no filme; esqueça as personagens sensuais e extremamente erotizadas de Leiji Matsumoto. 







Filme feito a seis mãos – foi dirigido por Mamoru Oshii e escrito por Kazunori Itô e Masamune Shirow (criador do mangá) – é curto e grosso: um hacker chamado Mestre das Marionetes controla temporariamente suas vítimas. Elas agem como zumbis, sem se darem conta de seus atos. A Seção 9 investiga a atuação de outro grupo que possa estar atrás do controlador dos fantoches.










  



Mas o filme vai além: descobre-se que o suposto hacker nada mais é senão um programa extremamente sofisticado, para quem os humanos não passam de números. Dizem... repito, dizem... que sua abordagem cyberpunk influenciou a popular, insossa e pouco original trilogia Matrix, dos Irmãos Wachowski. Seu visual é deslumbrante, beirando delírio. 






Criticamente falando até achei que a história bem que poderia ter se desenvolvido mais, é daqueles filmes que terminam e o espectador ainda fica aguardando o desenlace final; o enredo prende a atenção, apesar da pouca duração e trama complexa, há questões mal resolvidas que prosseguem na continuação de 2002. Como ainda não assisti o segundo filme, fica para a próxima vez! Fui!


domingo, 3 de novembro de 2013

WILLIAM SHATNER: PONDER THE MYSTERY





Acreditem: William Shatner lançou um álbum de rock progressivo!

Sim, o velho Capitão Kirk (octogenário, aliás) recrutou músicos de bandas clássicas do progressivo, que musicaram poemas de sua autoria, que ele mesmo interpretou no álbum PONDER THE MISTERY, que tive oportunidade de ouvir hoje. Bem interessante!

Penso que talvez o velho "Jim" tenha se inspirado noutro veterano, Christopher Lee, que não faz muito tempo lançou um álbum de heavy metal. É, alguns desses tios não querem mesmo parar!

Não é brincadeira, podem conferir! A faixa Do You See? tem participação do Edgar Froese, do Tangerine Dream.

Obrigado à Fê pela dica.



PIRATES, a música


Pegando uma carona no post anterior, posto outro clipe do Emerson, Lake and Palmer.

Na época dessa música (lá por 1977), experimentaram o rock sinfônico, que seria uma variação do progressivo, caracterizada pela orquestração.

Nesse caso, ficou legal!




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