segunda-feira, 7 de abril de 2008
CHARLTON HESTON (1923 - 2008)
Postado por Taiguara às 21:52 1 comentários
Marcadores: atualidades, filmes, sci-fi
THE BLUE MAX
Estes tempos resolvi criar coragem e assisti Fly Boys. É um filme bonzinho, mediano! O mocinho (James Franco) até que é esforçado e Jean Reno mais parece um velho soldado cansado de guerra. Quanta motivação num filme... Mais, porque os aviões alemães eram todos de vermelho, exceto o “bad guy” deles? Nunca foram pintados assim! Ao contrário, eram excepcionalmente coloridos, verdadeira arte sobre tela. O barão Von Richthofen (o Barão Vermelho) era um dos poucos que pilotava aviões pintados de vermelho.
Porque então esta inversão de valores? Não adianta entender! Se existe uma coisa nos americanos é que estes não estão nem aí com verossimilhança. Hollywood gosta de deturpar. Sempre foi assim? Até onde me lembro sim. Mas hoje em dia com doses maciças de computação gráfica e atores/diretores insípidos.
E a história? Curiosa: um piloto novato, Bruno Stachel (George Peppard), de origem humilde e oriundo da infantaria, deseja candidatar-se à categoria de às a fim de obter a desejada Blue Max, a condecoração máxima. Mas sua busca é obcecada, inclusive, para irritação de seus colegas de esquadrão, oriundos da nobreza germânica. Não existe a frágil mocinha de Fly Boys e sim um mulherão chamado Ursula Andress, no papel de esposa de um General (James Mason) que Stachel também quer! Os inimigos de Stachel não são só ingleses, mas também alemães e um general irado.
O final é digno daqueles que vão com muita sede ao pote. Mas o filme também é digno de um justo reconhecimento. Está anos-luz à frente de Fly Boys ou daquela coisa medonha chamada Pearl Harbour. É um filme de adulto sem ilusões quanto à guerra e a ambição humana. Irônico: falar de guerra, ambição e humanidade, como se fossem três coisas distintas, quando na verdade são uma só.
Postado por Taiguara às 21:16 0 comentários
sábado, 5 de abril de 2008
LOST
Este comentário não é bem uma crítica, é mais um lamento. Acredito que, assim como eu, a maioria do pessoal que se dedicou a assistir Lost esteja um tanto quanto cansado. Trata-se de um seriado começou bem interessante, inovador no formato e com referências curiosas - até mesmo a pensadores como Locke e Rosseau - além de dramas pessoais interessantes. No começo da segunda temporada – quando a gente já tinha começado a desconfiar que todos aqueles mistérios jamais seriam esclarecidos - evoluiu para algo ainda mais instigante, misturando ciência, fenômenos paranormais, estranhas coincidências, e por aí vai. Vieram novos personagens, tanto ou mais interessantes que os originais: Desmond e Eko, por exemplo. Apesar da sensação de não haver como fechar todas as pontas da história com alguma lógica, valia a pena assistir.
Com a terceira temporada, veio junto a decepção, ou melhor, a enrolação. Episódios que se arrastam em situações que se repetem (Jack, Kate e Sawyer na prisão dos Outros), matança de personagens carismáticos, um entra e sai de figuras diferentes, que nem chegaram a ser desenvolvidas, caso do personagem de Rodrigo Santoro. Ainda não vi nada da quarta temporada, mas comecei a me arrepender da boa vontade que tive com esse seriado. Temo que os perdidos não sejam os passageiros do vôo 815, mas nós do lado de cá da tela. Mas ainda torço para estar enganado.
E o mapa? Encontrei há algum tempo no blog Fora de Série, que pertence ao portal do jornal Zero Hora. Está traduzido para o português por um conterrâneo nosso. Para quem se interessar em conhecer, fica o link para o mapa, bem como para o blog Fora de Série. Abraço!
Postado por Taiguara às 22:31 2 comentários





