segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Roy Scheider (1932-2008)


Morreu neste domingo, 11 de fevereiro, o ator norte-americano Roy Scheider, mais conhecido do grande público por interpretar o chefe de polícia Martin Brody em Tubarão, dirigido por Steven Spielberg em 1975.

Nascido em 10 de novembro de 1932 em New Jersey, Scheider também teve atuações marcantes em Klute – O Passado Condena (seu primeiro grande papel no cinema, em 71); Operação França (71), no qual interpretou o parceiro do detetive vivido por Gene Hackman (e que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Coadjuvante); Maratona da Morte, de 76, onde viveu o irmão do personagem de Dustin Hoffman numa participação relativamente curta, mas intensa; All that Jazz – O Show Deve Continuar (79), que lhe valeu sua segunda e última indicação ao Oscar, agora como protagonista; e Mistérios e Paixões (91), dirigido por David Cronenberg. Ao todo, porém, o ator participou de mais de 50 produções, além de fazer pequenas aparições em séries de tevê como Law & Order: Criminal Intent e Third Watch.

Morto em função de uma infecção bacteriana, Scheider também fora diagnosticado há alguns anos como vítima de mieloma múltiplo (um tipo de câncer que acomete as células brancas do sangue) e vinha se submetendo a um tratamento intenso desde então. Ele tinha 75 anos de idade.


Retirado do Cinema em Cena.

Lá se foi o piloto do Trovão Azul... e o capitão do SeaQuest...



Bem, já que o Leandro mandou o texto acima, prontinho, e autorizou publicar... aí está.

A filmografia do Roy Scheider, extensa e bem variada, pode ser conferida no IMDB.

Todo mundo está falando de Tubarão, mas, para variar, fica um trecho da espetacular (e longa) perseguição de Seven Ups (1973).



domingo, 10 de fevereiro de 2008

JÚPITER MAÇÃ

A propósito do rock gaúcho e do enterro dos ossos: Júpiter Maçã e a Marchinha Psicótica de Dr. Soup.

E não peçam explicações... porque não tenho!


O CHAMADO

por Quatermass

Este sim, é um verdadeiro filme de terror. Assisti O Chamado (Ringu/Ring – 1998), tanto na versão original japonesa (de Hideo Nakata), quanto na cópia americana de Gore Verbinski. A americana não só possui as mesmas cenas, com rostos conhecidos, como também possui clima inferior ao oriental. Veja o japonês, cuja fotografia é mais lúgubre e a direção mais consistente. Quando visto uma fita VHS com cenas aparentemente incompreensíveis, imediatamente toca o telefone. Após sete dias a pessoa que atendeu está morta. Mas não de morte morrida ou matada: a expressão de pavor no rosto do “de cujus”, põe em dúvida a própria sanidade. O que mortificou de medo, qual foi a ultima imagem vista antes da morte? Uma repórter vai a fundo e descobre que por detrás da fita tem a triste história de uma menina maltratada e jogada em um poço. Daí começa o pavor. A história é macabra e bem contada, o que já gera um clima de suspense e tensão constante. A condução aponta para um determinado final. Mas o verdadeiro final é coerentemente desconcertante. Todas as expectativas são jogadas no lixo. Quase que como uma brincadeira de extremo mau gosto para quem assiste, o roteiro prega uma peça tamanha e tão apavorante quanto à expressão nas faces das vítimas. VEJA E SE APAVORE.

Related Posts with Thumbnails