por Thintosecco
Existem filmes que marcam uma época ou mesmo uma geração e War Games (1983) é um desses.
Lançado em 1983, retrata muito bem um tempo em que o mundo ainda vivia a paranóia da Guerra Fria entre EUA e URSS (que naquela época poderia “esquentar” com o simples apertar de um botão, como se dizia), mas surgiam novidades que iriam influenciar, e muito, o futuro dos garotos da época: os computadores pessoais e a internet.
Não posso afirmar com certeza, mas possivelmente War Games tenha sido o primeiro filme a mostrar o uso da internet e a ação de um hacker, muito embora alguns de seus elementos - comunicação entre computadores e seu uso militar - já tivessem sido mostrados em Colossus 1980 (Colossus: The Forbin Project - 1970) .
Aqui, no Brasil do início dos anos 80 tudo isto ainda parecia sci-fi, mas as novidades estavam chegando: os video-games Atari e Odissey entravam no mercado, assim os primeiros microcomputadores pessoais (mas nada de Pcs, falo de micros MSX , TK, Apple II e cia.) Na época houve também um grande boom dos fliperamas, também retratado no filme.
Em War Games o personagem de Matthew Broderick invade o computador do sistema de defesa dos Estados Unidos (chamado de JOSHUA), onde encontra uma lista de jogos. Sem noção do perigo, resolve “jogar” um deles: GLOBAL THERMONUCLEAR WAR. Neste momento os militares recebem um alerta DEFCON 3, indicando a iminência de um ataque de mísseis soviéticos.
Não vou contar o filme todo, mas tenho que registrar as últimas palavras de JOSHUA, algo mais ou menos assim: “JOGO ESTRANHO. A ÚNICA MANEIRA DE VENCER É NÃO JOGAR. VOCÊS NÃO PREFEREM JOGAR XADREZ?”
Como diz o Quatermass, inverossímil. Mas muito legal. Fecho esta postagem deixando um abraço especial ao MrOx, companheiro de muita diversão “a bordo” de video-games e computadores, desde o tempo dos cartuchos e fitinhas cassete!
Segue o trailer de War Games. Como sou um pouco exagerado, emendo nesta postagem um clipe que apresenta o micro ZX Spectrum (no Brasil, TK-90X), que rodava com apenas 48 Kb de memória RAM, e mostra bem os games da época. Valeu.
Lançado em 1983, retrata muito bem um tempo em que o mundo ainda vivia a paranóia da Guerra Fria entre EUA e URSS (que naquela época poderia “esquentar” com o simples apertar de um botão, como se dizia), mas surgiam novidades que iriam influenciar, e muito, o futuro dos garotos da época: os computadores pessoais e a internet.
Não posso afirmar com certeza, mas possivelmente War Games tenha sido o primeiro filme a mostrar o uso da internet e a ação de um hacker, muito embora alguns de seus elementos - comunicação entre computadores e seu uso militar - já tivessem sido mostrados em Colossus 1980 (Colossus: The Forbin Project - 1970) .
Aqui, no Brasil do início dos anos 80 tudo isto ainda parecia sci-fi, mas as novidades estavam chegando: os video-games Atari e Odissey entravam no mercado, assim os primeiros microcomputadores pessoais (mas nada de Pcs, falo de micros MSX , TK, Apple II e cia.) Na época houve também um grande boom dos fliperamas, também retratado no filme.
Em War Games o personagem de Matthew Broderick invade o computador do sistema de defesa dos Estados Unidos (chamado de JOSHUA), onde encontra uma lista de jogos. Sem noção do perigo, resolve “jogar” um deles: GLOBAL THERMONUCLEAR WAR. Neste momento os militares recebem um alerta DEFCON 3, indicando a iminência de um ataque de mísseis soviéticos.
Não vou contar o filme todo, mas tenho que registrar as últimas palavras de JOSHUA, algo mais ou menos assim: “JOGO ESTRANHO. A ÚNICA MANEIRA DE VENCER É NÃO JOGAR. VOCÊS NÃO PREFEREM JOGAR XADREZ?”
Como diz o Quatermass, inverossímil. Mas muito legal. Fecho esta postagem deixando um abraço especial ao MrOx, companheiro de muita diversão “a bordo” de video-games e computadores, desde o tempo dos cartuchos e fitinhas cassete!
Segue o trailer de War Games. Como sou um pouco exagerado, emendo nesta postagem um clipe que apresenta o micro ZX Spectrum (no Brasil, TK-90X), que rodava com apenas 48 Kb de memória RAM, e mostra bem os games da época. Valeu.
1 comentários:
Baita filme, maluco!
...que barbaridade, parece que eu tô assistindo isso de novo, de madrugada na Bandeirantes, hehehe...
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