Flash Gordon foi criado por Alex Raymond é o segundo herói espacial das histórias em quadrinhos (o primeiro foi Buck Rogers). Foi publicado pela primeira vez em uma prancha dominical de 7 de janeiro de 1934.
Em 1933 , a King Features Syndicate abriu um concurso para descobrir personagens de qua- drinhos que rivalizassem com Buck Rogers e Tarzan de sua concorrente, a Pulitzer Syndicate. Alex Raymond se inscreveu e ganhou, passando a desenhar Flash Gordon e Jim das Selvas (que completava a página) para o New York American Journal. Poucas semanas depois, Raymond passaria também a desenhar o Agente Secreto X-9, outra encomenda da King Features para contrabalançar o sucesso de Dick Tracy, da Pulitzer.
No Brasil, o primeiro capítulo (ou "prancha dominical") de Flash Gordon no Planeta Mongo foi publicado no nº 3 do Suplemento Infantil do jornal A Nação, do Rio de Janeiro, em 28 de março de 1934. (extraído da Wikipedia) São gerações de fãs de Flash Gordon e de seu criador Alex Raymond. Alguns lembram mais do Flash dos anos 70/80, nem tanto pelo filme, mais pela trilha da banda Queen e pelos desenhos da Filmation. Outros, mais antigos, curtiram os velhos seriados produzidos para o cinema, dos anos 30/40. Para as duas tribos, seguem os vídeos abaixo.
A banda foi formada em 1964 por Jim McGuinn (batizado como James McGuinn III, nascido em 13 de Julho de 1942 em Chicago, Illinois) (ele mudou o nome para Roger McGuinn em 1967), Gene Clark (batizado como Harold Eugene Clark, nascido em 17 de novembro de 1944 em Tipton, Missouri; morto em 24 de maio de 1991) e David Crosby (batizado como David Van Cortland Crosby, nascido em 14 de agosto de 1941 em Los Angeles).
O baixista Chris Hillman (nascido em 4 de dezembro de 1944 em Los Angeles) e o baterista Michael Clarke (batizado como Michael Dick, nascido em 3 de junho de 1946, em New York; morto em 19 de dezembro de 1993) juntaram-se a banda depois.
O primeiro álbum da banda, que recebeu o nome da canção, contava com versões de outras três composições de Dylan ("Spanish Harlem Incident", "All I Really Want to Do" e "Chimes of Freedom"), uma versão de "The Bells of Rhymney", de Pete Seeger, além de composições próprias.
Ainda em 1965, os Byrds gravaram "Turn! Turn! Turn!", adaptação de Pete Seeger para o início do terceiro capítulo do Livro de Eclesiastes da Bíblia. A canção tornou-se o segundo número um da banda na Billboard Hot 100 e deu nome ao segundo álbum dos Byrds. (texto extraído da wikipedia).
Os Byrds são considerados os criadores do folk rock, que surgiu a partir da fusão da música de suas duas principais influências: The Beatles e Bob Dylan.
Possuíam uma sonoridade muitíssimo melodiosa, cuja fórmula incluía alguns toques especiais, como a guitarra de doze cordas dedilhada por McGuinn e o backing vocal diferente do David Crosby, que entrava e saía da harmonia de um modo que parecia haver mais do que três vozes.
Outro detalhe dos Byrds era o repertório selecionado. Interpretavam canções com letras interessantes, de compositores respeitados. Bob Dylan dispensa apresentações. Peter Seeger é um conhecido músico da cena folk, com sucessos desde as décadas anteriores e que nos anos 60 foi pioneiro na música de protesto contra a Guerra do Vietnam e pelos direitos civis.
Segue no vídeo uma apresentação histórica dos Byrds, com apresentação do ator David McCallum, para lembrar que o pop/rock dos anos 1960 não foi feito só de Beatles e Stones. Naquele tempo houveram muitos grandes artistas, como esta banda que é pouco comentada no Brasil, mas é respeitadíssima no seu país de origem e certamente muito influente na história do rock.
Be With You (Ima, ai ni yukimasu – Japão/2004)é um filme oriental que versa sobre o tema da paranormalidade de maneira incrivelmente delicada.
Para ser mais sincero, descobri quase ao acaso: excursionando pela Internet, li um comentário no blogFilmes Clássicos & Inesquecíveise fiquei curioso. Nele a blogmaster despejava elogios e mais elogios. No entanto, apesar de suas quase inenarráveis qualidades, duvido que tenha sido exibido nos cinemas, DVD ou TV destas bandas. No mesmo texto veio o alerta: de que os direitos autorais foram comprados pelos estúdios americanos. Me arrepiei todo ao lembrar das releituras hollywoodianas de O Grito e O Chamado! Pensei: então vale a pena conhecer esta obra, antes que o remake americano ocupe seu lugar nas mídias! E valeu! Portanto, ante o advento da inevitável, inclemente e incomparavelmente ruim versão ocidental, segue o comentário deste internauta.
Be With You (algo como Estar com Você) essencialmente nos conta a história de uma pequena família cheia de problemas. Mio (Yûko Takeuchi) é uma jovem mãe que morre por complicações decorrentes do parto; o pai, Takumi (Shidô Nakamura)por sua vez, sofre de Síndrome do Pânico, obrigando-os a conviver afastados de multidões, e entende que por este motivo proporcionou apenas infelicidade à Mio; e o pequeno filho Yuji (Akashi Takei), que carrega o estigma da culpa pela morte de sua mãe.
Neste filme, os três protagonistas possuem dramas pessoais que se inter-relacionam, que aos poucos serão superados pelo... retorno de Mio! Não espere muita breguice, mesmo porque futuramente os americanos lançarão um filme à altura. Ao contrário!
Antes de morrer, Mio escreve um diário ao filho, informando que no primeiro aniversário de sua morte voltará para casa (durante a estação das chuvas). Espécie de livro de cabeceira da pequena família, pai e filho, esperam ansiosamente pelo retorno, que ocorrerá no primeiro dia daquela estação. E ela retorna!
Parêntese: o nobre internauta deve encarar esta obra como misto de fantasia com romance, carregada de alegorias. Sua vantagem é que não exige muito esforço, uma vez que os atoressão empáticos e fascinam desde o início.
A princípio desmemoriada, Mio aos poucos redescobre seu lugar, assim como sua missão no curto período de seis semanas: proporcionar que pai e filho superem a dor da perda e, via de conseqüência, seus traumas.
Este filme jamais descamba para o barato; ao contrário, é extremamente sensível, polido e, como já disse, delicado. Na despedida, ocorre um dos poucos momentos lacrimosos, devendo o cinéfilo estar obrigatoriamente munido de alguns lenços por perto.
Em resumo: é um filme muito bonito! O ponto fraco são os vinte minutos finais, que decepcionam um pouco, na medida em que buscam explicar os motivos do retorno de Mio, quebrando o pique inicial. Mesmo assim, foi uma das gratas surpresas do ano de 2010, ainda que visto sob pressão!